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Magali Ripoll em Fort Boyard não suporta o peixe de Willy Rovelli

Mulher enojada cobre a boca enquanto olha para prato com queijo e bandeira da França, sentada em mesa ao ar livre.

Magali Ripoll regressou ao programa Fort Boyard, na France 2, emitido no sábado, 8 de agosto. Durante a prova de degustação, a música não conseguiu de todo tolerar o peixe apresentado por Willy Rovelli.

Conhecida por integrar a banda de «Não se esqueça da letra», Magali Ripoll voltou a Fort Boyard na emissão da France 2 de sábado, 8 de agosto. Fez parte da equipa de Élodie Gossuin, juntamente com Jean-Baptiste Marteau, LeBouseuh, Samuel Ollivier e Coline. No total, os participantes angariaram 16 450 euros para as associações Unicef e Le Refuge.

Entre os vários contratempos da aventura, a prova de degustação, conduzida pelo chef Willy Rovelli, foi uma das mais repugnantes e chamou a atenção dos espectadores. Em vez de insetos, ovos com 100 anos ou cérebro, o prato desagradável da semana era um peixe bastante invulgar, conhecido por urinar através da pele…

Um menu muito especial em Fort Boyard

O peixe em causa era o tubarão-peregrino da Gronelândia, preparado na Islândia com o nome de Hákarl. Tal como acontece com outras espécies de tubarões e raias, não tem um sistema urinário convencional como o dos mamíferos. Para regular o seu equilíbrio perante a água salgada do mar, estes animais acumulam ureia e óxido de trimetilamina diretamente nos tecidos sanguíneos, eliminando depois uma parte dessas substâncias pela pele.

Por ser tóxica, a carne deste tubarão não pode ser consumida sem tratamento. Só se torna comestível depois de fermentada. Este processo converte a ureia em amoníaco, conferindo ao prato um sabor e um cheiro extremamente intensos, picantes e amoniacais, que fazem lembrar fortemente a urina.

Magali Ripoll relata a prova do Hákarl

Em declarações à Télé-Loisirs, Magali Ripoll recordou a experiência após a emissão do programa. A artista contou que, depois de sofrer durante as gravações, continuou a sentir os efeitos durante vários dias. «Sabe mesmo a urina! Tive arrotos durante três ou quatro dias, já não sabia o que havia de comer», explicou, antes de acrescentar: «Eu armava-me em esperta, dizia que era fácil, mas era demasiado horrível.»

As novidades de Fort Boyard em 2026 (37.ª edição)

Na sua segunda participação em Fort Boyard, Magali Ripoll recordou que era a candidata ideal para garantir o máximo de entretenimento: «sou claustrofóbica, tenho vertigens, não sou corajosa», enumerou à Télé-Loisirs. Ao seu lado estava, porém, Élodie Gossuin, a antiga Miss França e detentora do recorde em Fort Boyard. Na sua 37.ª temporada, o programa também assinalou a chegada de um novo apresentador, Cyril Féraud, que substituiu Olivier Minne.

Os conceitos mudam de ano para ano e as provas do Forte vão sendo renovadas. Este ano, a principal novidade foi a integração de candidatos anónimos, permitindo que os telespectadores concorram para concretizar um sonho e completem a equipa formada por celebridades. No sábado, 8 de agosto, a equipa de Élodie Gossuin contou com a ajuda de Coline, uma assistente administrativa parisiense do Ministério da Educação Nacional.

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